CRÔNICAS
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Recordar é bom FC
30/09/2007 (GUILHERME NASCIMENTO)


“Santistas de todo litoral e do Mundo, uní-vos!” Alô amigos do Radar Esportivo, o tema de hoje são as conquistas em Paris, nos Torneios Internacionais. Entre 1957 e 1993 (com algumas interrupções), anualmente disputava-se o Torneio Internacional de Paris, um torneio eliminatório reunindo 4 times de expressão internacional. O Santos FC foi convidado em 4 edições (60, 61, 62 e 64), sendo campeão em duas oportunidades: 1960 e 61.

As Conquistas
Jogando sempre no “Parc des Princes”, o SFC foi bi-campeão com vitórias contundentes contra times europeus. Em 1960, jogou contra o Stade Reims (França) e o Racing Club (França), duas belas vitórias e exibições de gala que encheram os olhos do público francês. O grande artilheiro Pepe, dizia que encontrou na França uma grande legião de admiradores, graças ao seu portentoso “canhão”. Em seu livro, “Bombas de alegrias”, Pepe afirma que sempre que havia uma falta a ser batida o público delirava e gritava: Pepê... Pepê... Pepê, não importando para quem seria a falta...
Em 61, uma grande vitória sobre o Benfica (Portugal) antecipava o que seria a conquista do primeiro título mundial no ano seguinte. Conheça as campanhas santistas em terras gaulesas:
Em 07/06/60 – SFC 5x3 Stade Reims (França)
09/06/60 – SFC 4x1 Racing Club (França) – Santos campeão do Torneio de Paris de 1960;
Em 13/06/61 – SFC 5x4 Racing Club (França)
15/06/61 – SFC 6x3 Benfica (Portugal) – Santos bi-campeão do Torneio de Paris 1960/1961.
Ficha Técnica
15/06/61 SFC 6x3 SL Benfica (POR) (partida nº 1853)
Local: Parc des Princes – Paris
Competição: Torneio Internacional de Paris
Público: 36.364
Gols: Pelé (2), Pepe (2), Coutinho e Lima (SFC) – Eusébio (3) (SLB)
SFC: Laércio; Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe 
Técnico: Lula
Ah... esse ataque... Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Que defesa poderia resistir ao poder de gols desses craques brilhantes?
Vai um abraço ao Marcelo Pereira, que acompanha sempre o “Radar”. Marcelo, forte abraço!
Abraço Guilherme Nascimento